» Notícia » CIFIKIM discute a forma de sanções disciplinares entre os países do bloco MERCOSUL

Representantes do COFFITO também participam de evento na UNIVERSIDADE DE BUENOS AIRES – UBA

Nos dias 28 e 29 de maio, em Buenos Aires, Argentina, foi realizada reunião da Comissão de Integração dos Fisioterapeutas e Kinesiólogos para o Mercosul (CIFIKIM), que permitiu a apresentação, pelos países, da forma de aplicação das sanções disciplinares às infrações éticas, além de possibilitar a continuidade do estudo sobre as terminologias comuns utilizadas pela profissão nos quatro países. Durante o encontro, foi abordada, ainda, a atuação dos fisioterapeutas nas zonas de fronteira, especialmente sob a ótica da fiscalização do exercício profissional. O evento contou com a participação dos fisioterapeutas representantes do COFFITO, Dr. Elias Nasrala Neto, e Dra. Maria Teresa Dresch da Silveira; além de representantes da Argentina e do Paraguai.

A criação de um glossário de termos comuns às práticas da profissão está sendo trabalhada pela CIFIKIM há aproximadamente quatro anos. O novo desafio do grupo, agora, é seguir as orientações dadas pelo SGT-11 (subgrupo de trabalho do MERCOSUL-SAÚDE) para mapear as regras e as infrações existentes, com o objetivo de harmonizá-las, uma vez que este ponto estará presente no requerimento da Matriz Mínima, que deverá ser preenchido pelo profissional que desejar exercer a profissão nos países que integram o MERCOSUL.

De acordo com os representantes do COFFITO, esses eventos são muito importantes, pois permitem analisar e conhecer diferentes cenários e faces da profissão nos quatro países. 

Educação

No dia 27, os representantes do COFFITO, a convite dos professores argentinos da Carreira de Kinesiologia, participaram de reunião na Universidade de Buenos Aires, com o Diretor da carreira de Kinesiologia, Dr. Pablo Ignácio La Spina, e demais diretores das diversas especializações, para analisar o cenário da Fisioterapia/Kinesiologia nos dois países. Durante o debate foram abordados temas relacionados a graduação, pós-graduação e residência; os sistemas de saúde ofertados em cada país; e a autonomia profissional na Argentina e Brasil.

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