Comissão de Educação rejeita exame de suficiência para fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais
Depois de quase cinco semanas na fila de espera para ser votado na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, foi rejeitado por unanimidade o projeto de Lei 1444/2003, "que altera lei nº 6.316, de 17 de dezembro de 1975, a fim de dispor sobre o exame de suficiência para o exercício das profissões de Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional", prevendo a realização de um exame de suficiência a cada cinco anos para esses profissionais.
A relatora do projeto, a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) emitiu parecer contrário à aprovação do projeto pela Comissão, e teve seu parecer mantido pela relatora designada pela comissão em sua ausência, a deputada Nilmar Ruiz (DEM-TO),
Alice Portugal estava cumprindo compromissos no seu estado de origem. O parecer argumentava que a qualidade dos profissionais de fisioterapia e de terapia ocupacional não será assegurado com o exame proposto, mas sim pela fiscalização dos cursos de graduação e do exercício da profissão correspondentes.
Em entrevista à Agência Coffito, a deputada Alice Portugal disse que a decisão foi uma grande vitória. "Conseguimos impedir uma descaracterização do curso de graduação e, além disso, bancaríamos uma indústria do cursinho de suficiência, dando um atestado de insuficiência a todos os cursos regulamentados do país. Esta posição fortalece a graduação no país", avalia a parlamentar.
A vice-presidente do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Drª Ana Cristhina Brasil, comemorou a decisão e parabenizou o voto da Comissão. "Manter o voto da relatora foi o ideal. Isto vai garantir a qualidade da educação. Esta proposta do exame, como estava descrita no projeto, é equivocada e não dava oportunidade de crescimento aos profissionais".
A relatora do projeto espera que na análise das próximas comissões, o seu parecer seja mantido.
Agência Coffito
Projeto proíbe cobrança por diploma de ensino superior

Segundo Souto, a cobrança feita por instituições públicas constitui “exorbitância” e acarreta “sobre-ônus”, pois o fornecimento do diploma não é um serviço adicional. A emissão do diploma, em sua opinião, faz parte do processo educacional.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
– PL-224/2007
E-mail:agencia@camara.gov.br
Educação rejeita avaliação periódica de fisioterapeutas

A Comissão de Educação e Cultura rejeitou ontem (4) o Projeto de Lei 1444/03, do deputado Abelardo Lupion (DEM-PR), que submete fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais a exames de suficiência, a cada cinco anos, perante seu conselho profissional como exigência para o exercício de suas respectivas profissões.
A relatora do projeto na comissão, deputada Nilmar Ruiz (DEM-TO), sustentou o parecer anteriormente apresentado por sua colega Alice Portugal (PCdoB-MG). O parecer recomendava a rejeição da matéria sob o argumento de que a qualidade dos profissionais de fisioterapia e de terapia ocupacional não será assegurada com o exame proposto, mas pela fiscalização dos cursos de graduação e do exercício da profissão correspondentes.
Segundo a relatora, "a excelência dos serviços prestados pelos profissionais de fisioterapia e terapia ocupacional só será assegurada de fato com a rigorosa fiscalização dos cursos de graduação das faculdades, centros universitários e universidades que os oferecem".
Tramitação
O Projeto de Lei 1444/03 havia sido anteriormente aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família. Com a rejeição na Comissão de Educação e Cultura, sua tramitação perdeu o caráter conclusivo. A matéria ainda será analisada nas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Agência Câmara
E-mail:agencia@camara.gov.br
Carga Horária Mínima: nova resolução permite mais debates para Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Emenda 29: regulamentação foi destaque no XXIII Conasems
XXIII Conasems: leia a Carta de Joinville
Carta de Joinville
Presidente do CONASEMS avalia o XXIII Congresso
Acho que a fala do Ministro na abertura, para quase 2 mil pessoas, sendo quase todos gestores municipais, foi a reafirmação do CONASEMS. Esse o lado político. Tanto no seu discurso, como nas oficinas, nas falas dos vários atores, ficou evidente que nas teses do CONASEMS está toda a agenda contemporânea do SUS. Nenhuma novidade foi colocada pelos mais diversos atores políticos em relação ao que está nas nossas teses. O eixo da agenda moderna do SUS está nas nossas teses.
Temos que continuar brigando pelo financiamento, pelo formato fundo a fundo, pela melhoria da qualidade de gestão, pela consolidação da atenção básica como o grande eixo da organização da mudança do modelo de gestão. Continuar lutando pela construção das redes integrais das especialidades, no apoio diagnóstico, nas urgências, no tratamento nos pequenos municípios, na Amazônia com toda a sua singularidade.
A intersetorialidade, o ministro trouxe essa agenda para o centro do debate. Integração das políticas, que são sinérgicas, pois os eventos podem não ter a ver diretamente com a saúde, mas acabam entrando pela porta da saúde.
A judicialização, estamos construindo um novo patamar de colocação da gestão municipal frente ao Ministério Público, ao Judiciário, para um diálogo mais propositivo. Junto com o CONASS, estamos reorientando essa discussão. Enfim, acho que o congresso está reafirmando o caminho que o CONASEMS já havia decidido trilhar.
Entre os municípios, tem 3% que não cumprem. Quando se fala em 20%, é porque esses estão entre os não informados, o que não quer dizer que não cumpram. Só 174 não cumprem. E os que cumprem colocam a mais 5 bilhões de reais. Então, nós, os municípios, gastamos além do que deveríamos gastar. Quem tem agora que investir mais são os Estados e o governo federal.
XXIII Conasems supera expectativas
O primeiro dia de atividades foi dedicado à realização de oficinas. A metodologia dos trabalhos foi dividida entre a apresentação dos expositores e a troca de experiências entre as secretarias municipais de saúde do país (veja abaixo o resumo das oficinas). O dia culminou com a abertura oficial do evento, que contou com a participação do ministro de estado da Saúde, José Gomes Temporão. Antes da cerimônia oficial de abertura, o Ministro fez uma visita aos estandes do XXIII Congresso ao lado do Presidente do CONASEMS, Helvécio Miranda Magalhães Júnior. Os dois gestores dividiram a mesa de abertura com o Secretário de Saúde de Santa Catarina, Luiz Eduardo Cherem, o Presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Júnior, o Prefeito municipal de Joinville, Marco Antonio Tebaldi, o Representante da Rede Gandhi e Diretor de Comunicação Social do CONASEMS, Luiz Odorico Monteiro de Andrade e o Representante da Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil, Diego Victória, entre outras autoridades e gestores do SUS, que falaram sobre a importância do evento, com destaque ao tema central do XXIII Congresso.
Em seu discurso, o presidente do CONASEMS destacou a importância estratégica dos secretários e secretárias municipais de Saúde para a construção da reforma sanitária brasileira e lembrou os enormes desafios enfrentados diariamente para a efetivação do SUS. Helvécio lembrou dos compromissos da entidade, refletidos nas Teses que norteiam as diretrizes de gestão do CONASEMS e da importância da regulamentação da Emenda 29, uma das bandeiras políticas de maior relevância para a entidade. Bandeira lembrada também pelo ministro Temporão em seu discurso, que mais uma vez reafirmou seu compromisso com a regulamentação da emenda. O ministro reafirmou também seu compromisso com o CONASEMS e o CONASS de uma gestão tripartite, além de ressaltar a importância da intersetorialidade.
O primeiro dia do XXIII Congresso terminou com a apresentação do Balé Bolshoi e com um coquetel para cerca de 2 mil convidados.
Resumo das Oficinas:
A oficina sobre saúde e cultura de paz foi iniciada com o desenvolvimento de uma dinâmica de grupo denominada escuta empática. Durante alguns minutos os integrantes do grupo se dividiram em dublas para falar de si e escutar o outro. Depois foi formada uma roda e cada um pôde expressar as sensações advindas daquela experiência. A maioria manifestou a surpresa de se ver capaz de estabelecer uma troca tão profunda em tão pouco tempo. Outro ponto enfatizado foi a diferença entre a escuta comum, realizada cotidianamente, daquela feita com mais profundidade. Foi interessante perceber como os participantes construíram um paralelo entre aquela experiência e o cotidiano de trabalho nas unidades de saúde, identificando a dificuldade de escutar, percebendo a diferença entre ouvir sem o estímulo do julgamento, do diagnóstico e até mesmo da crítica. A dinâmica foi conduzida pelo psiquiatra Jonas Melman, que trabalha com cultura de paz na prefeitura de São Paulo.
A monja Coen fez uma palestra no período da tarde enfatizando a estreita relação entre saúde e violência. Para ela, a grande revolução a ser realizada se inicia com a mudança do modelo mental. ?Eu acredito que conseguiremos uma revolução profunda, que é a revolução da consciência humana?. A monja Coen fez referências à neurociência para comprovar que o ser humano é capaz de utilizar partes diferentes do cérebro de maneira distinta. As partes que não são utilizadas ficam atrofiadas, o que significa que podemos estimular o cérebro para determinadas atitudes e desestimulá-lo para outras que sejam prejudiciais.
Um grupo de agentes de saúde relatou uma experiência muito interessante desenvolvida em uma unidade de saúde de Belo Horizonte. Durante uma campanha de vacinação em 2005, os agentes resolveram contribuir com a cultura de paz através de uma brincadeira. Todas as crianças que iam ao posto se vacinar recebiam um carimbo, que passou a ser denominado vacina da paz. A brincadeira repercutiu na imprensa e causou uma revolução interna, principalmente entre os profissionais da própria unidade, que passaram a desenvolver outras iniciativas em favor da cultura de paz.
Outro grupo, também de Minas Gerais, resolveu sensibilizar os jovens que participavam das festas de calouros da universidade católica. O trabalho partiu da percepção de que muitos jovens trocavam dois quilos de alimentos por ingressos para os shows sem atentarem para o resultado desse gesto. Eles não se importavam com a realidade das pessoas carentes, relatavam. Uma das iniciativas foi passar a exibir antes dos shows em telões a realidade social excludente.
Municipalização e Descentralização
A oficina sobre municipalização e descentralização foi permeada por alguns dilemas que envolvem, por exemplo, as diferenças entre regionalização e reconcentração; descentralização e modelo de desenvolvimento do país; e financiamento. A economista Ana Luiza Dávila, da ABRASCO, fez um resgate histórico da descentralização da saúde no Brasil, desde a década de 70, quando o país saía da ditadura militar. Nesse período, marcado pelo papel concentrador do Estado, a saúde foi desenhando o seu modelo a partir da pressão do movimento municipalista, que se desenvolvia na contramão do sistema político.
Segundo a economista, o modelo fiscal brasileiro limita as políticas sociais, sendo a Lei de Responsabilidade Fiscal a maior inimiga delas. Só existe uma forma, de acordo com Ana Luiza, de gerar mais serviços: aumentando a arrecadação de impostos.
Participaram dessa oficina instituições como a ABRASCO, FIOCRUZ, OPAS, além de universidades de diversas partes do país. O período da tarde foi dedicado à apresentação de experiências municipais. Surgiu da oficina a idéia de construir um observatório da descentralização no Brasil, que sirva como espaço virtual de troca de informações e de experiências.
I Fórum de Gestores Locais de Saúde do Mercosul
As atividades do I Fórum de Gestores Locais de Saúde do Mercosul foram iniciadas com a apresentação da estrutura de funcionamento do bloco econômico e a sua relação com o GT 11, que é o grupo de trabalho da saúde. Foi proposta durante o debate a criação de uma agenda dos gestores no sentido de estabelecer mecanismos para que as políticas de saúde possam contribuir para o avanço do Mercosul, principalmente nas questões relacionadas às políticas sociais.
A pesquisadora da ESNP, Luiza Guimarães, apresentou o resultado da sua tese de doutorado, apoiada pela Rede de Investigação em Sistemas e Serviços de Saúde do Mercosul. Ela ressaltou a assimetria entre os vários sistemas de saúde e a dificuldade de informações e registros estatísticos nesses sistemas. A economista fez um extenso diagnóstico das populações fronteiriças e apontou a necessidade de se criar espaços de interlocução para uma efetiva integração.
Construindo e Operando o Pacto pela Saúde no Município
A oficina Construindo e Operando o Pacto pela Saúde no Município discutiu o processo de assinatura dos termos de compromisso do Pacto em âmbito nacional. Municípios como Amparo, no interior de São Paulo, e Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, relataram suas experiências, demonstrando como esse processo se deu em cidades de diferentes portes.
Uma das conclusões importantes dessa oficina foi a percepção de que o Pacto tem estimulado os municípios a olhar para dentro, fazendo uma análise da própria realidade, e criando mecanismos de cooperação mútua. Outra experiência apresentada na oficina foi a do estado de Mato Grosso do Sul, devido a sua singularidade. Os gestores de saúde se engajaram de tal forma que houve adesão ao Pacto em todos os 78 municípios do Estado.
Os integrantes das oficinas aprovaram os seguintes encaminhamentos:
Garantir recursos financeiros para o bloco de gestão, já que alguns municípios ainda não receberam a verba prevista pelo Ministério da Saúde;
Destacar a construção dos termos de compromisso como um momento rico no processo de organização para dentro do município e das relações interfederativas;
Pensar na forma de alocação de recursos de investimento;
Colocar o SUS como agenda política no espaço brasileiro;
Discutir na tripartite a possibilidade legal de regionalização das atividades de auditoria e de parte da vigilância sanitária para apoiar os municípios menores.
Um tema de destaque estava relacionado às ações de promoção no âmbito da vigilância. O Ministério da Saúde mostrou como têm se desenvolvido os diversos programas na área, inclusive aqueles voltados para a prevenção de violência e para o desenvolvimento de atividades físicas, realizados pelas secretarias municipais de saúde.
Também foram relatadas as ações de promoção de Doenças e Agravos não Transmissíveis (DANTS), bem como as iniciativas da vigilância de prevenção à violência, acidentes e seus fatores de risco. Outro tema importante destacou a inclusão digital para as ações de assistência.
A oficina discutiu ainda as ações previstas para 2007/2010 da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS), detalhando, por exemplo, os recursos alocados para os projetos que incentivem as atividades físicas e de prevenção à violência.
Uma proposta concreta saída da oficina foi o agendamento de um seminário, para agosto desse ano, com a participação da ANVISA, CONASEMS, COSEMS, CONASS e CIBS, sobre a descentralização das vigilâncias e a promoção da saúde. O objetivo da ANVISA é fortalecer os atores locais na perspectiva da descentralização das vigilâncias e promoção da saúde.
Terapeuta Ocupacional assume presidência do Conselho Municipal de Saúde de Joinville (SC)
Ele é terapeuta ocupacional, presidente da Associação dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais do Norte Catarinense (Afito/Norte) e eleito recentemente presidente do Conselho Municipal de Saúde de Joinville, Santa Catarina: Dr. Jeovane Nascimento do Rosario. No último dia 25 de junho, data da sua posse no Conselho, ele assumiu um novo compromisso: “o grande desafio deste novo trabalho frente ao Conselho Municipal de Saúde de Joinville é a questão do controle social, que é um item que tem que ser debatido diariamente. Principalmente porque Joinville tem mais de 500 mil habitantes, e é preciso muita dedicação para o atendimento na rede básica, a prevenção, o tratamento e o acompanhamento de toda esta população. Além dos municípios que tem pactuação com o nosso, que são menores e isto gera uma demanda de atendimento muito alta. Com certeza vamos precisar de um controle muito grande para o ressarcimento destes atendimentos feitos por nós”.
Ao participar do XXIII Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde – Conasems e IV Congresso Brasileiro de Saúde, Cultura de Paz e Não-Violência, em Joinville (SC), realizado de 27 a 30 de junho do, Dr Jeovane destacou que o evento permitiu um momento de reunião de secretários de saúde do País, onde foi possível colocar em discussão a política de saúde publica preconizada pelo Pacto pela Saúde desafio do Ministério da Saúde, e a troca de experiências entre os diversos Conselhos.
Para ele, a inclusão do Terapeuta Ocupacional e do Fisioterapeuta nos programas de atenção Básica à Saúde depende também da participação ativa desses profissionais nos fóruns de debate das políticas publicas de seus municípios, e consequentemente a sua formação com ênfase a saúde publica. Em entrevista à Agência Coffito, Dr Jeovane Rosario fala um pouco mais das suas perspectivas, desafios e da sua história.
Com a nova tarefa no Conselho Municipal de Saúde, qual seu objetivo?
Intermediar e monitorar as ações do município de Joinville no que tange a área de saúde, levando a população qualidade no atendimento e, consequentemente, resolutividade as suas aspirações na área de saúde, dando ao cidadão um local em que ele possa colocar e discutir as suas necessidades.
Como começou sua ligação com a Terapia Ocupacional e a Fisioterapia na saúde pública?
Eu já participava do Conselho Municipal de Entorpecentes, do qual ainda sou conselheiro e fui presidente por um mandato. Desde o começo da minha carreira sempre trabalhei mais ligado à saúde pública. Isto foi uma vocação natural. Já trabalho há mais de dez anos com dependentes químicos e trabalhei na APAE. Isto leva a gente a trabalhar nas políticas públicas e se envolver no dia-a-dia das questões do município com serviços da saúde.
Como é a relação dos profissionais da área com a população em Joinville?
O município de Joinville, em termos de rede pública, é um município privilegiado, que tem um número expressivo de terapeutas ocupacionais – em torno de 35, e 10 fisioterapeutas – todos eles atendem em toda a rede e é um trabalho que a população gosta e valoriza. Desta forma o próprio município abre em seus quadros vagas para estes profissionais.
Qual a avaliação geral do Congresso?
No último evento aqui em Joinville o que me chamou a atenção foi a participação em nível nacional de todas as regiões do Brasil. Foi discutida a questão da saúde pública com os secretários, além da importância da atenção básica, como citou o próprio ministro da Saúde em seu pronunciamento durante o Congresso. O fato de dar mais atenção à prevenção do que ao tratamento. Esta é a intenção do Ministério da Saúde e é o que está sendo passado às secretarias municipais.
Conheça as funções do presidente do Conselho Municipal de Saúde
Art. 29º – São atribuições do Presidente, sem prejuízo de outras funções que
lhe forem conferidas:
Representar o Conselho Municipal de Saúde junto aos órgãos públicos
municipais, estaduais e federais, sociedade civil e jurídica em geral;
II – Coordenar as reuniões plenárias do Conselho Municipal de Saúde;
III- Criar mecanismos para pôr em prática as deliberações emanadas das
reuniões plenárias;
IV- Convocar as reuniões ordinárias ou extraordinárias;
V- Elaborar a pauta de cada reunião;
VI- Dirigir e orientar as discussões, concedendo a palavra aos Conselheiros,
coordenando os debates e neles intervindo para esclarecimento;
VII- Resolver as questões de ordem;
VIII- Promover e regular o funcionamento do Conselho, como responsável
pela sua administração, solicitando às autoridades competentes as
providências e recursos necessários para atender aos seus serviços;
IX- Exercer, nas sessões plenárias, o direito de voto de qualidade, no caso
de empate;
X- Corresponder-se em nome do Conselho;
RESOLUÇÃO 21/05 – REG. INT. CMS
XI- Resolver os casos omissos de natureza administrativa;
XII- Assinar as Resoluções aprovadas pela Plenária do Conselho.
Agência Coffito